Governo anuncia em outubro pacote de medidas para estimular emprego

  • Governo anuncia em outubro pacote de medidas para estimular emprego

    Rogério Marinho e Carlos da Costa não detalharam quais serão as medidas. Dados do IBGE indicam que o desemprego caiu para 11,8% em julho, mas ainda atinge 12,6 milhões.

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    Dois secretários do Ministério da Economia, Carlos da Costa (Produtividade, Emprego e Competitividade) e Rogério Marinho (Previdência e Trabalho), informaram nesta quarta-feira (18) que a área econômica do governo anunciará em outubro um pacote de medidas para estimular o emprego.

    Em agosto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a taxa de desemprego no Brasil caiu para 11,8% no trimestre encerrado em julho, atingindo 12,6 milhões de pessoas. Foi a quarta queda seguida. O desemprego, entretanto, ainda é maior que o registrada no trimestre encerrado em dezembro (11,6%).

    Eles deram a informação sobre o pacote após participação no IV Fórum Nacional do Comércio, em Brasília. Mas não informaram detalhes sobre as medidas.

    “O que vamos fazer tem muito mais a ver com desoneração”, declarou Rogério Marinho. Ao ser questionado por jornalistas sobre como isso pode ser feito, uma vez que a estratégia anterior da área econômica para desonerar a folha de pagamentos era instituir um imposto sobre transações financeiras, ele respondeu: “Vai saber em outubro”.

    Segundo Marinho, as medidas também incluirão ações relacionadas a qualificação, microcrédito, emprego propriamente dito e mediação do mercado de trabalho. O objetivo, disse, é “dar uma dinamizada no mercado de trabalho”.

    Carlos da Costa afirmou que o pacote vai melhorar as condições para que as empresas contratem trabalhadores.

    “Estamos arredondando [as medidas]. São coisas que estamos falando há algum tempo. Temos que dar um choque de emprego, mas por meio do setor privado. Quem emprega é o setor privado. Tem a ver com melhorar as condições de empregabilidade das pessoas e de contratação das empresas”, declarou Carlos da Costa.

    (Fonte: G1)