O Programa de Subvenção Econômica à Comercialização do Óleo Diesel demandou R$ 4,8 bilhões de investimento do governo federal, segundo um levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT). A subvenção foi uma das medidas adotadas pelo ex-presidente Michel Temer para acabar com a greve dos caminhoneiros, em maio do ano passado. O valor ficou abaixo da reserva feita pelo governo em seu orçamento para a medida, que foi de R$ 9,5 bilhões. Isso porque o preço do petróleo no mercado internacional sofreu uma desvalorização, descartando a necessidade de repasse do montante previsto em maio. Alguns desembolsos para repasses ainda serão feitos em 2019. Segundo a CNT, R$ 4,47 bilhões, ou 92,8% do desembolso, foram repassados à Petrobras. O programa foi iniciado em 30 de maio encerrou-se em 31 de dezembro. O objetivo inicial era reduzir o preço do combustível para os transportadores – o governo ofereceu subsídio de R$ 0,30 por litro do combustível aos produtores e importadores do óleo e também zerou a cobrança da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide). A nova política de preços da Petrobras não compreende o pagamento de subsídios e segue a paridade internacional. (Fonte: Frota & Cia)